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EDIFICAÇÃO NO CENTRO DA CIDADE DESPERTA A CURIOSIDADE DOS BERTIOGUENSES

Destaque Geral

Informantes do Folha News, que não quiseram se identificar, falam sobre o que acreditam saber do prédio que atualmente tem caseiro tomando conta. Afinal, que atividade de trabalho funciona ou funcionou nesse local?


Uma edificação que margeia um pedacinho do Rio Itapanhaú, na localização da Rua Doutor Leonardo D’Bona e, da Ângelo Peres em sua lateral, proximidades do Hospital Bertioga, virou pauta do Folha News por ser um local curioso. Afinal, quem nunca se perguntou sobre o que funciona no referido prédio que é cercado por três de seus quatro lados, por muros bem altos, tendo ainda uma vista privilegiada à beira rio. O certo é que o prédio que aparentemente está com problemas nas suas estruturas estéticas foi tema de páginas com teor humorístico nas redes sociais, como se fosse uma casa do terror ou, um presídio abandonado. Entretanto, não se trata de nada disso. Até porque há quem se arrisque a dizer o que sabe sobre o assunto.

Uma fonte deste periódico afirma que o terreno foi comprado por um empresário que construiu a edificação e montou no local uma fábrica de peças de aço inox para embarcações. Destaca-se que o empreendimento era equipado com maquinários que eram operados com o intuito de levar o material pesado até as embarcações atracadas, encarregadas de levar as peças ao seu destino. Entretanto, não se sabe o porquê a fábrica não deu certo e o imóvel que conta com um grande espaço, acabou virando palco de festas diversas quando era alugado para essas ocasiões.

Um outro informante enfatizou ter sabido que, em alguns anos atrás, o local estava à venda e, que, quem pagasse o valor de R$10 milhões, ficava com ele. Uma outra fonte comentou que o prédio já teria sido vendido pelo empresário há cerca de uns cinco ou seis anos, tendo atualmente um novo proprietário. Foi ressaltado inclusive que o prédio não está abandonado, pois há um caseiro que nele reside e que toma conta. Isso além de a edificação estar à disposição para ser alugada por algum interessado que queira fazer dela, o que couber na imaginação.

A reportagem foi procurar o caseiro, mas em todas as tentativas ele não parecia estar em casa. Se todas essas informações são verdades absolutas, somente o dono do prédio e outras poucas pessoas sabem disso realmente. Mas voltando a utilidade do local, afinal, quem nunca imaginou o que faria deste ponto como forma de ganhar dinheiro, usando de seus recursos físicos e de sua paisagem?! Há quem gostaria de ali abrir uma marina; tem gente que montaria um hotel à beira rio e, há quem inauguraria uma espécie de clube. E você leitor, o que faria se esse lugar fosse seu?

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