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Bertioga discute ações para combater a sífilis congênita no Município

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A rede de atenção básica de Saúde de Bertioga se reuniu com representantes do Governo do Estado no primeiro encontro para discutir ações de combate à sífilis congênita no Município, a fim de reduzir a mortalidade infantil e materna. A reunião aconteceu na quarta-feira (11), no Centro Especializado em Saúde da Mulher.

Este é um projeto do Governo do Estado, iniciado no primeiro semestre deste ano, e dado prosseguimento pelo DRS IV (Departamento Regional de Saúde) e o GVE (Grupo de Vigilância Epidemiológica), representantes do Estado na Baixada Santista, nas nove cidades da região. O objetivo é fortalecer a rede de saúde e, desta forma, diminuir os casos da doença.

A secretária municipal de Saúde, Janice Santos, destaca a importância do encontro. “A discussão é essencial para que possamos desenvolver novas estratégias de combate para a redução dos casos no Município, além de reforçar as medidas de prevenção já existes”, afirma.

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum. Durante a gestação pode ser passada para o bebê por meio da placenta, tornando-se congênita. De acordo com pediatra Irenesbete Martinez, um pré-natal correto é fundamental para detectar a doença e tratá-la com antecedência, evitando que a infecção seja transmitida para a criança.

Segundo dados da Vigilância à Saúde de Bertioga, em 2020 foram 34 casos de sífilis na cidade, sendo sete em gestantes e duas congênitas. Já neste ano, até o momento, são 32 confirmações da doença. Destas, quatro são em gestantes e uma congênita.

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