morada-03
Contabilidade Fácil
CEA_Prancheta 1

Macabro: homem ainda estava vivo quando teve o corpo inteiro queimado

Destaque Polícia

O crime aconteceu em Jundiapeba e foi motivado por desacerto no tráfico de droga, diz a polícia 

Por Aristides Barros / Foto:Divulgação

O mistério no assassinato de Everaldo Danilo da Cruz, morto em 23 de setembro de 2019, teve desfecho na prisão ocorrida nesta segunda-feira, 7, de Diego da Silva Leite, vulgo Dentadura, acusado de ser autor do crime bárbaro.

A vítima que morava no bairro paulistano de Sapopemba foi levada a uma emboscada e abatida em um matagal na Estrada Margarida Watanabe, no Distrito de Jundiapeba, em Mogi das Cruzes. Antes de morrer, Everaldo foi submetido a um suplício e depois, ainda com vida, ele teve o corpo incinerado. O assassinato brutal se deveu a “desacertos” de drogas entre ambos, que praticavam tráfico em São Paulo.

Após um intenso trabalho de checagem de informações que resultaram em vários dias de investigações o crime foi esclarecido pelos policiais do SHPP (Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Mogi das Cruzes, liderados pelo delegado titular Rubens José Angelo.

Dentadura que já há algum tempo havia deixado de falar com Everaldo um dia telefonou para pedir desculpas pelo desentendimento que tiveram e para reatar a amizade reforçou dizendo que queria voltar a “trabalhar” com ele novamente. Os “amigos” acertaram uma conversa que não teve mais volta para Everaldo.

Ambos saíram, cada qual no seu carro, e rumaram de Sapopemba para a região do Alto Tietê, onde o corpo foi encontrado por populares que avisaram a polícia sobre o encontro de um cadáver carbonizado. Era Everaldo cujo identificação foi possível após o trabalho da Polícia Técnica.

O caso foi para o SHPP e os policiais liderados pelo delegado Rubens José Angelo deram início   um extenso trabalho de investigação que resultou na prisão de Dentadura. Ele foi preso no bairro Ipelândia, em Suzano. Tanto a vítima como o acusado já tinham antecedentes criminais.

“O crime praticado contra Everaldo foi com requintes de crueldade, malvadez, demonstrando a frieza e desumanidade de seu algoz, uma vez que a vítima foi carbonizada viva, pois ainda respirava”, detalhou o delegado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *