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Vibramos cada vez que um padrão é quebrado e, dessa vez, a alegria vem de uma influenciadora holandesa – e linda! – chamada Enya.

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Atriz, ela busca espaço na mídia há alguns anos, mas por ter Síndrome de Down, muitas portas se fechavam.

Enya então passou a utilizar as redes sociais para divulgar o seu trabalho e, agora em abril, recebeu a grata surpresa de ser convidada para estampar a capa da Revista Glamour

Além de ser inspiração para outras jovens, Enya quebrou o padrão de ser a primeira grande capa na Holanda com alguém com síndrome de Down.

Quebrar estereótipos

A influenciadora de 26 anos iniciou as postagens no Instagram em fevereiro deste ano. Ela conta que quer quebrar estereótipos. “Tento fazer com que as pessoas me entendam pelo que sou e que não há necessidade de pensar dentro de caixas”, disse.

Enya complementou dizendo que tem uma vida boa, que pode fazer quase tudo e que tem um futuro repleto de sonhos, como qualquer jovem da mesma idade.

Só que infelizmente a sociedade ainda limita muito a acessibilidade para pessoas com Síndrome de Down e muitas, por causa dessa pressão, acabam desistindo de investir em carreiras e outros projetos.

Revista Glamour

Ao ser perguntada sobre a aceitação no mercado, Enya é bem firme e diz que espera que outras revistas também abram espaços para modelos com Síndrome de Down e outras deficiências.

“Que isso não seja uma diversão única para outras empresas, mas sim uma porta que leva a muitas possibilidades para outras marcas [e] revistas. Espero que nos tornemos um padrão na indústria de moda e beleza. Eu vejo a mudança, estamos apenas no começo, mas estamos indo na direção certa. Todos nós podemos fazer a mudança, todos temos que contribuir”, disse a influenciadora.

Na conta do Instagram, que é administrada pela irmã, Enya fez um post contando sobre a emoção de ser capa da Glamour.

“Devo estar sonhando!! Não consigo descrever em palavras o quanto isso significa para mim”, publicou Enya.

A gente também está vibrando do lado de cá, garota! Voe bem alto!

E quando a gente fala em quebrar barreiras, não podemos esquecer a história da Vih, a bailarina brasileira que nasceu sem os dois braços e ultrapassou diversos obstáculos para realizar o sonho de dançar. Hoje a Vih precisa de um espaço adaptado para treinar em casa e podemos ajudá-la. Acesse o Só Vaquinha Boa e entenda mais sobre essa história.

FONTE: Monique de Carvalho, da redação do Só Notícia Boa. Com informações de Yahoo.

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